• Empresa lança robô Stormtrooper


    Aproveitando o lançamento do novo trailer de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, a companhia especializada em robôs e inteligência artificial UBTECH anunciou o lançamento de seu robô Stormtrooper, em homenagem aos soldados da saga de George Lucas. O robô conta com um aplicativo de realidade aumentada, e pode obedecer a comandos de voz, reconhecimento facial e também é capaz de fazer serviços de sentinela.

    Apesar de funcionar apenas online, o robô não salva informações pessoais do usuário. A pré-venda do produto já acontece no site da UBTECH, por U$ 299,99 (duzentos e noventa e nove dólares e noventa e nove centavos). Por enquanto, ele está disponível apenas nos Estados Unidos.

    Fonte: B9

  • Ex-Google funda religião que tem um robô como deus


    Anthony Levandowski é um sujeito que ficou conhecido e admirado no Vale do Silício devido à sua experiência com robótica, embora o nome dele tenha ganhado contornos negativos recentemente. E agora o homem que desempenhou um papel importante para o desenvolvimento da automação veicular pode estar prestes a entrar nos holofotes novamente, mas por um motivo bem inusitado. O repórter Mark Harris, que escreve para o Backchannel, descobriu que Levandowski fundou uma organização religiosa que tem os robôs (sim…você não leu errado) como figura divina. Chamada Way of the Future, a entidade foi registrada em setembro de 2015, mas pouco se sabe sobre as intenções da religião.

    A papelada de fundação indica apenas que a ideia da Way of the Future é “desenvolver e promover a realização de uma divindade baseada em inteligência artificial”, e que ela pretende, “através de conhecimento e devoção à divindade, contribuir para a melhoria da sociedade”. Levandowski aparece como CEO e presidente da organização, e não chega a surpreender que uma pessoa com a sua personalidade esteja por trás de algo do tipo. Ele foi um dos pilares para o desenvolvimento das iniciativas tanto do Google quanto da Uber no sentido de botar carros que dispensam motoristas nas ruas — tanto que ambas agora se enfrentam nos tribunais porque Levandowski teria levado tecnologia do Google para a Uber quando pulou de uma companhia à outra.

    Fonte: Olhar Digital

  • Indústria da música nos EUA se recupera graças ao streaming


    A indústria norte-americana da música registrou alta na receita na primeira metade do ano, enquanto as assinaturas de streaming chegaram a 30 milhões e as vendas de CDs se estabilizaram. O auge da transmissão online revigorou o negócio da música nos anos recentes. E os números mais recentes mostram isso. As vendas no maior mercado de música do mundo cresceram cerca de 15% nos primeiros seis meses de 2017 e atingiram US$ 2,7 bilhões, informou a Associação da Indústria Discográfica dos Estados Unidos.

    As receitas pelo streaming representam agora 62% do mercado. O crescimento é liderado pelos serviços pagos como Spotify, Apple Music e Tidal, cujas assinaturas dispararam e passam das 30 milhões. Além disso, as vendas físicas diminuíram 1%, pois o comércio de CDs caiu e o de vinil continuou seu renascimento. A maior queda nas vendas foi verificada nos downloads da loja iTunes e de outros serviços, o que sinaliza a preferência dos consumidores pelo streaming. Apesar do crescimento, a associação esclareceu que as vendas continuam abaixo dos níveis prévios à chegada da internet.

    Fonte: G1