• Usar determinado emoji no trabalho faz você parecer burro, diz pesquisa


    Uma pesquisa inusitada apontou que utilizar determinado emoji, a “carinha de sorriso”, pode fazer com que você pareça burro frente aos colegas de trabalho. Pesquisadores da Universidade de Amsterdam, Haifa e a Universidade de Ben-Gurion, em Israel, descobriram que utilizar este tipo de símbolo em e-mails ou trocas de mensagem corporativas pode causar este efeito indesejado — fazendo com que outras pessoas não levem o funcionário a sério. A pesquisa foi realizada com 549 participantes, de 29 países distintos, ao longo dos últimos meses do primeiro trimestre de 2017.

    Os autores da pesquisa alertam ainda que “um sorriso virtual ainda é um sorriso, mas não são corretos em comunicados relacionados a trabalho”. “As pessoas tendem a entender que um emoji de sorriso é um sorriso real, mas o estudo indica que, em ambientes de trabalho, usá-lo pode ser incorreto”, conclui o texto.

    Fonte: TechTudo

  • Facebook é eleito a marca mais amada do mundo


    Qual marca você não consegue viver sem? De acordo com a terceira NetBase Top 100 Global Brand Love List, divulgada nesta terça-feira (15), o Facebook é a marca mais amada no mundo. Os resultados mostram que as empresas de tecnologia se tornaram mais importantes entre os consumidores: depois do Facebook, a Amazon, eBay, Apple e Snap ocupam do 2º ao 5º lugar nesta ordem.

    Outras marcas que aparecem entre os 10 primeiros lugares são Disney, Pokémon Go, Etsy, Netflix e Sony. A Samsung aparece em 24º lugar, seguida pela Microsoft em 25º, enquanto o Google está na 29ª posição. O NetBase afirma que analisou interações e citações das marcas nas redes sociais entre maio de 2016 e julho de 2017 para chegar ao resultado.

    Fonte: Olhar Digital

  • Estudo indica que jogos de tiro causam danos cerebrais


    Um estudo publicado na semana passada revelou que jogar títulos de tiro em primeira pessoa em demasia pode causar danos cerebrais. A conclusão consta em um trabalho tocado por dois professores da Université de Montréal e da McGill University (chamados Gregory West e Veronique Bohbot). A dupla recrutou pessoas com entre 18 e 30 anos de idade que não eram gamers e acompanhou suas atividades cerebrais ao longo de quatro anos. O que o estudo mostrou é que 85% dos que jogaram por mais de seis horas na semana experimentaram aumento de atividade no núcleo caudado ao mesmo tempo em que sofreram uma perda de matéria cinzenta do hipocampo. O experimento, entretanto, revelou que os distúrbios estejam ligados à perspectiva, e não ao jogo em si.

    Fonte: Olhar Digital