• Twitter vai permitir que artistas recebam dinheiro de fãs por vídeos no Periscope


    O Twitter prepara o lançamento de um sistema para permitir que pessoas ganhem dinheiro ao transmitir vídeos ao vivo no serviço Periscope. A mudança é uma forma da companhia tentar competir com o YouTube e outros na busca de talentos da internet. As pessoas que assistem ao Periscope terão a possibilidade de enviar uma contribuição aos artistas e emissoras usando uma variedade de corações que são, de fato, uma moeda virtual que usuários podem comprar, afirmou a empresa.

    A princípio, apenas transmissões dos Estados Unidos serão beneficiadas, mas o Periscope disse que planeja expandir o serviço para outros países em breve. Após o processamento de pagamentos e taxas, os artistas receberão cerca de 70% da receita restante, disse o Twitter, sem dar estimativas sobre seu próprio lucro potencial com o sistema.

    Lançado em 2015 pela empresa, o Periscope anunciou que transmitiu 77 milhões de horas em vídeos ao vivo gerados pelos usuários nos três primeiros meses de 2017, mas não informou o número de visualizações. O YouTube, da Alphabet, disse em fevereiro que estava lançando transmissão de vídeo ao vivo em dispositivos móveis para usuários com mais de 10 mil seguidores, expandindo sua própria oferta para ajudar os artistas on-line a ganhar dinheiro.

    Fonte: G1

  • Snapchat quer competir com a Netflix; entenda


    A rede social Snapchat, que recusou US$ 3 bilhões de uma oferta de compra do Facebook, deu início a uma oferta pública de ações e, desde então, vem sofrendo com a concorrência do Instagram, parece estar pronta para diversificar suas receitas e se lançar em novos mercados. De acordo com informações divulgadas pela agência de notícias Bloomberg, a gigante de mídia norte-americana Time Warner, dona da HBO e da Warner Bros., acaba de investir US$ 100 milhões (equivalente a mais de R$ 328 milhões) no Snapchat, mais precisamente na produção de vídeos exclusivos para a plataforma.

    O objetivo parece ser o de tornar o Snapchat mais do que uma rede social, mas também um serviço de streaming como a Netflix. A Time Warner vai produzir séries de diversos gêneros, incluindo ficção, comédias e documentários, feitos sob medida para o formato de vídeos curtos do aplicativo. O plano da Time Warner, segundo a Bloomberg, é produzir até 10 programas por ano, com pelo menos três novos vídeos entrando na rede social diariamente. Com o acordo, a Time Warner espera alcançar uma audiência mais jovem, aquela que não assiste mais TV, e que forma a base de usuários do Snapchat.

    Fonte: Olhar Digital

  • Facebook deve lançar séries próprias até o final deste ano


    A Netflix está prestes a ganhar um novo concorrente: o Facebook está financiando a criação de vídeo séries próprias, que devem começar a ser exibidas na rede social até o final deste ano. A empresa está fechando negócios para o seu primeiro lote de séries, que devem estar disponíveis por meio de uma nova guia de vídeo no Facebook que não foi lançada. Aparentemente, o Facebook está financiando dois tipos de programas: séries mais caras de produtores de TV estabelecidos que vão levar alguns meses para serem lançados e vídeos mais curtos e baratos de editores como Vox Media e BuzzFeed, sendo que todos são projetados para estimular a conversa entre os usuários da rede social.

    O Facebook espera atrair mais empresas de produção para fazer upload de vídeos premium, que vão ser usados para conseguir mais publicidade. A plataforma já hospedava vídeo e há dois anos começou a compartilhar as receitas de publicidade com algumas empresas que publicam os vídeos. No entanto, enquanto muitas dessas empresas encontraram grandes públicos na rede social, poucas geram receita publicitária suficiente para tratar o Facebook como uma distribuição primária de vídeos. Por outro lado, alguns elementos da estratégia de vídeo ainda são incertos, de acordo com funcionários e parceiros. Por exemplo, a empresa não detalhou como os anúncios vão ser exibidos na programação que está financiando. Além disso, a maioria dos usuários não assiste vídeos no feed de notícias por mais de um minuto ou dois.

    Fonte: Olhar Digital