Justiça rejeita processo de pornografia infantil contra Nirvana

Um juiz rejeitou o processo contra o Nirvana feito por Spencer Elden, o indivíduo de 30 anos que apareceu como um bebê nu na capa do clássico álbum “Nevermind” de 1991 da banda. De acordo com a revista Spin, o juiz Fernando M. Olguin rejeitou o caso nesta segunda-feira (3) após apreciação no Tribunal Distrital da Califórnia. Os advogados de Elden perderam o prazo de 30 de dezembro para se posicionar contra a defesa apresentada pela banda, agora eles têm até o dia 13 de janeiro para recorrer da decisão.

+ Space Force: 2ª temporada ganha data de estreia na Netflix

O não cumprimento resultará na anulação desta ação sem prejuízo por não processar e/ou não cumprir uma ordem judicial”, diz o documento que a publicação americana teve acesso.

Elden exigiu no processo iniciado em agosto de 2021 restituição de todos os lucros como resultado da conduta ilegal dos réus, acusados de pornografia infantil e enriquecimento injusto com a arte de capa do disco. O caso repercutiu em todo o mundo e somente em 13 de dezembro o Nirvana se moveu oficialmente ao apresentar uma moção na Justiça descrevendo como “não séria” a ideia da ação contra “Nevermind”.

Ele reencenou a fotografia em troca de dinheiro, muitas vezes; tatuou o título do álbum ‘Nevermind’ em seu peito; apareceu em um talk show fazendo uma autoparódia; autografou cópias da capa do álbum à venda no eBay; e tem usado a conexão para tentar sair com mulheres”, disse a defesa da banda destacando que Elden passou três décadas lucrando após se tornar celebridade com a capa do álbum.

Fonte: Rádio Rock | Foto: Divulgação