Greta Van Fleet é eleita a banda revelação da década pela Loudwire

O primeiro disco do Greta Van Fleet chegou apenas em 2018, mas já fez barulho o suficiente para muitos anos. Pensando nisso, o portal Loudwire elegeu a banda como a grande revelação da década de 2010. Em um editorial onde conversa com o baixista Sam Kiszka e o baterista Danny Wagner, o site abordou a história do jovem grupo desde o começo, em 2012, a ascensão ao sucesso e como eles lidam com isso.

Kiszka revela que não morar em uma cidade grande foi algo fundamental para a banda — já que, sem ter vizinhos próximos, eles podiam fazer barulho o tempo inteiro. O baixista ainda revela:

“Eu não posso nem imaginar como é ser um garoto da cidade. Quando eu era criança, a música realmente me fez sentir algo. Há algo tão inato na conexão entre homem e música. Eu sabia que era para esse lado que eu iria gravitar. Suponho que gravitar também é uma boa palavra, porque a força gravitacional era forte. Josh e Jake já estavam cantando e tocando violão. Fui sugado direto para essa órbita.”

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O músico ainda falou sobre como chegar ao sucesso tão cedo fez com que eles crescessem rápido demais. Enquanto Wagner falou sobre o problema das drogas no meio musical, Sam disse:

“É como ser jogado em um ambiente onde muitas coisas acontecem que talvez não sejam as melhores para pessoas tão jovens. Isso nos deu a oportunidade de crescer e conhecer um pouco mais sobre o mundo.”

Em 2018, o Greta Van Fleet foi o convidado de Elton John para tocar em sua festa do Oscar, e disse que a banda seria a próxima “grande estrela” da música. Naquele mesmo ano, em outubro, o grupo lançou Anthem of the Peaceful Army, seu primeiro disco de estúdio.

Kiszka ainda abordou o assunto do mainstream, já que o Greta é responsável por colocar o Rock de volta nos holofotes nos últimos meses.

“Há uma diferença entre a música que está no mainstream agora e música boa. É quase assustador. Acho que, desde que a música faça você se sentir bem e seja interessante e, talvez, até, vamos dar um passo ousado — intrigante –, então acho que é algo que as pessoas vão responder.”

Fonte: TMDQA!