É #FAKE que supercomputador do TSE abre brecha para fraude

Uma mensagem que tem circulado em aplicativos de mensagens afirma que o supercomputador do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não é um equipamento físico, mas um serviço terceirizado para uma empresa estrangeira, sem controle pelo tribunal, e que isso permite fraude. É #FAKE. Os supercomputadores utilizados na apuração das eleições são equipamentos físicos localizados na sala-cofre do tribunal, a empresa citada na mensagem presta serviços à Justiça Eleitoral há mais de uma década e a contratação foi feita dentro do que prevê a lei. Além disso, o tribunal tem controle sobre a manutenção do equipamento e acompanha os procedimentos, garantindo a integridade da apuração.

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As primeiras menções a problemas com o “supercomputador” do TSE ocorreram ainda no dia em que foi realizado o primeiro turno das eleições municipais. Quanto à informação de que a empresa Oracle foi contratada sem licitação, lembrada na mensagem falsa, o TSE informa que tanto o tribunal superior quanto os tribunais regionais “utilizam o sistema de banco de dados Oracle há mais de uma década e os serviços da Oracle foram contratados em todas as eleições que utilizaram o sistema de votação eletrônica desde 1996”.

Fonte: G1 | Foto: Divulgação