É #FAKE que confinamento aumenta contaminação

Uma mensagem que tem viralizado nas redes sociais diz que pessoas em confinamento são mais propensas a contrair a Covid-19 e que essa foi a conclusão de um estudo da Universidade de São Paulo (USP). É #FAKE. A pesquisa realizada no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, com tecnologia da empresa Omni-electronica, cujos dados divulgados foram divulgados neste mês, comprovou apenas a presença do coronavírus em suspensão no ar – o que já havia sido descoberto em estudos internacionais, e já é considerado pela Organização Mundial de Saúde como fato sobre a pandemia.

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Mas isso não quer dizer que fazer quarentena propicie que as pessoas sejam infectadas, conforme desmente a USP. A universidade explica que o estudo não foi voltado a pessoas em confinamento e, diante das mensagens com as informações distorcidas, reforça a necessidade de se evitar aglomerações para evitar a propagação do coronavírus. Os pesquisadores identificaram que o Sars-CoV-2, causador da Covid-19, pode ficar suspenso por horas em microgotículas que as pessoas contaminadas venham a soltar no ar na fala, na tosse ou no espirro. Isso reforça a necessidade de se manter ventilados os ambientes fechados, com o intuito de diminuir o risco de propagação do vírus. Com a falta de ventilação, o ar não é trocado, e as partículas seguem no ar.

Fonte: G1 | Foto: Divulgação