Pearl Jam: compensação de CO2 emitido pelos shows no Brasil rende 50 mil dólares para reserva no Amazonas

O Pearl Jam uniu forças com a Conservation International (CI) para compensar as 2.500 toneladas de emissões de dióxido de carbono de seus shows realizados recentemente no Brasil. A banda tocou em 21 de março no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, e foi uma das atrações do Lollapalooza, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, no dia 24 de março.

De acordo com um relatório publicado o custo da compensação de carbono gerada pelo Pearl Jam foi de 50 mil dólares. Toda essa verba será destinada para um projeto agroflorestal na Reserva do Uatumã, no estado do Amazonas, onde 20.600 árvores serão plantadas em 8 hectares de terra. Esse projeto engloba um esquema ambiental bem maior que visa plantar 73 milhões de árvores até 2023, que supostamente é o maior esforço de reflorestamento do planeta.

Nos últimos 15 anos o Pearl Jam tem se mantido ativamente envolvido em questões sustentáveis no cenário musical. Uma das seções de seu site oficial detalha os investimentos feitos em projetos ambientais para compensar o dióxido de carbono lançado na atmosfera durante suas turnês.

Fonte: Rádio Rock