Como Paul McCartney se tornou o primeiro bilionário do rock?

Diferente de muitos músicos que fizeram sucesso nos anos 1960, Paul McCartney nunca se colocou na confortável posição de arrastar a fama conquistada por ter sido integrante dos Beatles pelos anos que seguiram o término do grupo. O baixista e compositor do quarteto lendário fundado em Liverpool aproveitou o impulso dado pelos Beatles para seguir uma carreira musical prolífera e nada dependente de conquistas passadas. Nos anos 1970, ele viajou o mundo com a Wings e, depois dessa fase, ainda continuou em atividade como artista solo. Essa versatilidade e determinação de sempre seguir em frente como Paul McCartney e não ex-alguma-coisa foi parte da chave do sucesso para se tornar o primeiro bilionário do rock.

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A outra parte foi o contrato que ele e John Lennon assinaram no começo da carreira que, apesar de tirar deles grande parte do controle sob as próprias composição, garantiu uma boa parte dos royalties referentes aos clássicos absolutos dos Beatles. E isso se mostrou extremamente frutífero, já que Yesterday é a música que mais ganhou covers na história. Isso tudo somado ao fato de que, nos anos 1980, McCartney ainda emplacava singles que atingiam a primeira posição em listas de mais ouvidas e vendia quantias inigualáveis de discos. E esse mesmo cenário continuou durante a década de 1990. E foi assim, com o espírito e a motivação de sempre caminhar para frente e não se prender ao passado (mesmo mantendo laços financeiros com ele), que o compositor icônico conquistou a fortuna até então inédita para um rockstar.

Fonte: Rolling Stone | Foto: Divulgação